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Região

Idanha-a-Nova, provavelmente o concelho mais português de Portugal!

Idanha-a-Nova

A Idanha-a-Nova é uma vila portuguesa no Distrito de Castelo Branco, região Centro e subregião da Beira Interior Sul, com cerca de 2 500 habitantes. É sede de um dos maiores municípios de Portugal, com 1 412,73 km² de área e 10 561 habitantes (2006), subdividido em 17 freguesias.


Só temos uma saída nesta terra: tudo o que fizermos, temos que tentar fazê-lo bem feito. O nosso concelho vai valer por essa diferença. Quando as pessoas se convencerem que assim é, certamente irão aperfeiçoar-se em tudo.








Localização

A meio caminho entre Lisboa e Madrid, o Concelho de Idanha-a-Nova não podia estar melhor localizado. Com a auto-estrada da Beira Interior (A23) e o IC31 até à fronteira das Termas de Monfortinho, dispõe actualmente de boas acessibilidades, a apenas 286 km de Lisboa.

Pela autovia Cória/Navalmoral de la Mata e Cáceres, são apenas 320 km até Madrid e muito menos até Cáceres, Badajoz e Salamanca. No seu interior, apresenta uma rede de estradas nacionais e municipais em bom estado de conservação.

Hoje, como outrora, Idanha-a-Nova está no centro da Península Ibérica.




Idanha-a-Nova, provavelmente o concelho mais português de Portugal.

Idanha-a-Nova apresenta um património histórico, arquitectónico e cultural de reconhecido valor.

Destaque-se, por exemplo: os vestígios da importante cidade romana – Aegitidanorum (Idanha-a-Velha), os espectaculares conjuntos urbanísticos de Penha Garcia e Monsanto (ex-libris das aldeias portuguesas) e a vila de Idanha-a-Nova, simbiose de tradição, modernidade e progresso.

Em quase todos os lugares existem artísticas igrejas e capelas que são expressão da religiosidade de um povo, magníficos solares e palacetes que são sinais de um importante passado senhorial, ou singelas casas de granito, adobe ou xisto que testemunham uma cultura popular, rica e diversificada.

De salientar, também, a grandiosidade das festas religiosas (a romaria da Senhora do Almortão, a Festa das Cruzess em Monsanto,...), a variedade do artesanato –adufes, rendas, rocas, marafonas..., a autenticidade e o paladar da gastronomia tradicional (o famoso queijo de ovelha, os enchidos, os ensopados de borrego, os pratos de caça, os borrachões,...) e a riqueza e harmonia das danças e cantares populares.


Adufe


Verdadeiro símbolo da identidade local, o adufe é um bom exemplo da preservação das tradições. 

que caracteriza esta região do país, este género de pandeiro bi-membranofone só aqui mantém ainda hoje alguma vitalidade e projecção. Feito de pele de ovelha ou cabra, montada numa armação quadrada de madeira, forma uma caixa de ressonância estreita, dentro da qual são colocadas sementes , areias, soalhas ou mesmo caricas, para enriquecer os seus sons peculiar é tocado por mulheres - as adufeiras.







 

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